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| Av. das Américas, Barra da Tijuca. |
Sempre que revejo o que escrevi, acho que não foi escrito por mim. Penso se copiei e esqueci de colocar aspas. Mas depois me reconheço, como alguém que perdeu a memória e retoma aos poucos a sua história.
Fiz este blog para compartilhar sentimentos que acreditava (e ainda acredito) serem comuns, portanto identificados pelos que fossem ler. Logo após, me perdi nos acontecimentos e o abandonei. Tanta coisa aconteceu desde então. Tanta coisa! Quatro anos e já daria um livro.
Meu marido me disse que uma ex-namorada parou de escrever depois que o conheceu. Penso que suas questões de mulher solteira aos 30 ficaram abafadas pela paixão e felicidade.
Sim, escrevemos melhor quando em um conflito, seja qual for, maior ou menor. Porque na plenitude, só nos resta olhar o céu e contemplar, em silêncio. Nada de palavras faladas ou escritas. Só o silêncio.
Sim, escrevemos melhor quando em um conflito, seja qual for, maior ou menor. Porque na plenitude, só nos resta olhar o céu e contemplar, em silêncio. Nada de palavras faladas ou escritas. Só o silêncio.

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